sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

A felicidade em si

Não importa onde esteja, como esteja, mas sim, com quem esteja. A vida se compõe em precipícios que pulamos e aqueles que estarão lá quando cairmos.
Não importa o tamanho da queda, contanto que saibamos nos levantar para seguir em frente.
A felicidade é fácil definir, ao determinar o que é vital e o que é simplesmente inútil, fazendo isto, considere-se feliz. Aqueles que não o fazem dão grande importância ao que não importa, a vida passa e esses não vivem.
Por fim, lhes restam a trágica história do seu vão viver, para aqueles que a princípio não valorizou, ouvi-lo.
O que é vital é o que lhe permite viver além das circunstâncias, e o que é em vão, não lhe acrescenta em nada, é apenas uma vaga lembrança. O peito sempre toma o ar da esperança quando se tem em mãos um sentido pelo qual viver.
Podemos ter vários finais, baseado no começo que escolhemos ter.

Um comentário:

  1. Mas, de fato, podemos escolher o nosso começo?

    E há escolha quando se conhece apenas um caminho?

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